segunda-feira, 6 de março de 2017

Fui ao Carnaval de Ovar - Noite Mágica

Bem... já passou um mês (e uns dias) desde a minha última entrada aqui no blog, mas  não tem dado para mais, tenho escrito pequenas notas aqui e ali, mas nada fora do normal, então, hoje que estou de bom humor vou partilhar com vocês a minha mais recente “aventura”, que, mais uma vez, não é nada assim muito fora do normal, e juro que gostava de pôr fotografias, mas não fui abençoada com a capacidade de ficar decente de forma inesperada, enfim, vocês compreendem.
Vamos lá começar.

Fui à Noite Mágica do Carnaval de Ovar


Já não festejava o Carnaval à uns anos (os desfiles da escola não contam), porque desde o meu sexto ano que por esta altura os meus pais conseguiam arranjar um tempinho e íamos passear a algum sítio, daí já ter ido a Paris, ao Algarve (sem dúvida a melhor altura do ano para tal, se bem que dessa vez também demos um saltinho a Sevilha), Madrid, Roma, Londres e Barcelona, e no anos passado tive a minha "viagem de finalistas" com a escola antiga antiga, a Londres (e acreditem que um dia vou voltar lá), antes destas escapadelas, íamos passar o Carnaval aos Açores, e eu adorava, eram cinco dias de festa, muita água e farinha, e a minha avó fazia fatos mesmo giros para eu, o meu irmão e o meu primo para levar-mos aos bailes, enfim, eram os melhores Carnavais.

Este ano, por "forças do destino" não deu para juntar a família, eu tinha aulas na segunda-feira de Carnaval, o meu querido irmão foi a Roma com a escola (depois de muito trabalho por parte deles e dos professores para angariarem dinheiro suficiente para não ficar nenhum para trás e assim poderem todos ir), e a minha mãe não ia ficar sozinha em casa, então foi aos Açores ter com o meu pai.

Conclusão,fui festejar o Carnaval pela primeira vez em anos, saí das aulas, fui a casa, ajeitei-me pus a minha bandolete com orelhinhas e chifre de unicórnio, e foi esse o meu disfarce, nada de outro mundo, juntei-me a uns amigo, apanhámos o comboio, quase morremos com o pessoas que estava a fazer o Carnaval DENTRO do comboio, enquanto estávamos piores do que sardinhas em lata, depois para sair da estação foi outro fim do mundo, esperámos pelo resto do grupo num jardim,e depois de dar uma volta lá fomos parava Praça das Galinhas, dançámos imenso, e fiquei toda tola a ver a criatividade das pessoas que estavam lá mascaradas, tinham lá fatos que devem ter demorado semanas a fazer, estavam lá uns astronautas que tinham luzes nos fatos e tudo, uns Simpsons que estavam cinco estrelas , mas os meus preferidos da noite, que me fizeram partir a rir, e com quem eu deveria ter tirado uma fotografia, uns que foram... de saquinhos de chá !!!
Só não gostei de uns que estavam vestidos como membros dos KKK, achei uma "piada" de muito mau gosto.

Adorei, e para o ano vou outra vez, os meus amigos de Ovar já me disseram que para o ano vou nos dias todos, quero dizer que mal posso esperar, mas ainda quero fazer muita coisa antes de festejar outra vez o Carnaval, portanto... estou bem a esperar mas mal posso esperar ? Faz sentido? 
Provavelmente não.

Bem, por hoje é tudo, tenho que estudar, neste semestre não quero ir a recurso.

Com amor,
Laura

domingo, 22 de janeiro de 2017

Confissões de uma jovem Caloira perdida no meio de Aveiro #2


Que cheirinho a RECURSO.

Tenho que fazer dois, já estou pelos cabelos, sinto que não sei nada, e um deles é numa cadeira que tenho quase a certeza que só a faço para o ano que vem.

Por isso aqui, perante vós, nos respetivos ecrãs de computador/telemóvel/whatever que estiveram a usar para ler isto, no próximo semestre vou tentar não procrastinar tanto, ter os meus resumos feitos a tempo e horas, e cumprir à risquinha tudo o que aponto na minha agenda, porque isto assim não vai lá.

Mas, como se costuma dizer, o curso faz-se no recurso, foi das primeiras coisas que aprendi, ainda antes de chegar aqui à terra dos moliceiros (e das tripas!), nunca pensei que fosse tão verdade, 
Até dia 31 de Janeiro à tarde, estarei a fazer Balanços e e a ver a elasticidade de preços da procura (e muitas mais coisas, infelizmente).

Viva o Recurso.

E a lista de filmes e séries que vou ver quando chegarem as férias em Fevereiro.

Com amor,
Laura.

quarta-feira, 11 de janeiro de 2017

Quotes #16


"As I stand on this street corner and watch these two roads meet, I suddenly feel at peace. 
Maybe it’s because at my feet lies the intersection of two distinct paths merging at a point of vulnerability. 
Maybe because it’s a reminder of you and me and the blissful bond we once shared. 
Without a care in the world your arms wrapped around me to shelter me in the cold.
 Two souls kept warm by each others company. 
Two hearts dancing playfully in the rain. 
Two minds with the same thing in mind. 
You want me to be yours, and I want you to be mine.
 I don’t know maybe I’m crazy. 
Maybe time has really outplayed me. 
Maybe I stopped seeing beauty in the little things.
 Maybe I stopped appreciating the gift that life brings.
 Maybe I’m in over my head. 
Or maybe I just missed the contours of your body under the white chalk sheets of my bed. 
I don’t know maybe this is normal.
Maybe I stopped being myself after you left. 
Maybe this is all a test. 
Maybe I failed and I couldn’t clean up the mess.
 Maybe that’s why the rain suddenly feels colder on my skin. 
Maybe that’s why when I try to apologize I don’t know where to begin or where to end.
 All these things I’ve typed up in my mind and I want to tell you. 
I just can’t bring myself to hit send. Maybe I’m fucked up and won’t admit it. 
Maybe I’m a coward.
 Seems like I’ve got all the time in the world. 
Maybe I should do something about it.
 I mean, every minute without you seems like an hour. 
Maybe I’m a fool for distancing myself from you. 
Maybe that’s why I couldn’t believe that I left you because for some reason I couldn’t accept that maybe, just maybe you would have loved me too."



domingo, 8 de janeiro de 2017

Quotes #15


"I’m human, I’m not perfect. I make mistakes all the time, but I guess my job is to keep those mistakes to myself, which I’m already fine doing and just try to be the best I can be for those kids. "

Selena Gomez

domingo, 1 de janeiro de 2017

Goodbye 2016, Hello 2017


Nem acredito que já passou outro ano, ainda agora estava a despedir-me de 2015 (aqui) e a sonhar com o que 2016 me poderia trazer, sem nunca conseguir minimamente imaginar aquilo que acabaria por me dar.

Sim, em termos globais não foi uma no muito bom: Zika, presidência do Trump, a quantidade enorme de celebridades que morrerem, a Grande Barreira de Coral a bater recordes em relação à morte dos seus corais, atentados terroristas, e todas essas coisas que nos indicam que o fim do mundo está próximo, muito próximo . Pelo menos vamos entrar em 2017 como CAMPEÕES DA EUROPA, e ninguém nos tira isso (foi na final que senti pela primeira vez o coração nas mãos enquanto via um jogo, vibrei de emoção e nem ligo nada a futebol, foi um momento lindo sem dúvida).

Em relação ao meu 2016, bem… foi um ano que me vai ficar para sempre no coração, fui a Londres com o pessoal da escola “antiga” (que infelizmente acabou por fechar), fui a Madrid com o pessoal da escola “nova”, tive os dois bailes de finalistas das respetivas, fiz os exames nacionais, acabei o secundário, e concretizei um dos meus maiores sonhos, entrar no ensino superior, numa cidade que chamo com muito amor de a minha terceira casa - sendo que a primeira e a segunda são o Pico e Viana, obviamente – Aveiro, num curso que não é de todo o que eu tinha planeado no 10º ano, Marketing (Biologia Marinha era o plano original 😅), mas que me fascina de uma maneira diferente, e que, apesar de ter dois recursos onde estou batidinha sei que me vai, a longo prazo, fazer me feliz, pelo menos assim espero.

Não posso deixar de agradecer a 2016 pelas pessoas maravilhosas que conheci, tanto no trabalho que tive no verão, como nas aulas, na praxe (onde sem sombra de dúvida conheci imensa gente, que de qualquer outra forma não teria conhecido, por estar em pós-laboral), e na Marnotuna (mais uma pequenina família em Aveiro), agradeço imenso por todas essas pessoas que me aquecem o coração, e pelas desgraçadas que vão comigo comer tripas à meia-noite e que só voltam comigo a casa às tantas da manhã. Essas é que sofrem. Adoro tripas, nunca poderei expressar completamente o meu amor por tripas, tripa é love, tripa é life.

E agradeço também às pobres das minhas amigas, que aguentam os meus desvareios sem sentido, as minhas teorias sem jeito nenhum e as minhas aleatórias expressões de carinho (prepare-se que 2017 vai doer 😅).

Que venha 2017, e que seja tão bom, ou até mesmo melhor do que 2016 ❤

Com amor,
Laura




sábado, 24 de dezembro de 2016

Olá meus amores, está tudo a correr bem ?
Toda a gente está pronta para as festividades ?
 Prontos para comer até não poder mais ?

Sei que não tenho passado muito tempo por estes lados, mas não tem dado mesmo.
Vou tentar melhorar no próximo semestre (não só em relação ao blog, mas também em relação a outras coisas).

Enfim, desejo a todos umas boas festas, com muito amor e carinho da família e dos amigos, barrigas bem cheias, muitos presentes (que, apesar de tudo são a parte menos importante da noite) e se não nos nos virmos mais este ano, boas entradas !!!

Com amor,
Laura

P.S.- Antes de escrever este post, fui ver se tinha algum comentário para moderar e sem querer apaguei dois, nem consegui ver de quem eram, por isso desculpa a essas pessoas, foi mesmo sem querer, beijinho especial para elas ❤

quinta-feira, 3 de novembro de 2016

Graças a Deus não nasci Aluviã!

Fotografia que obviamente não é minha - Veterana Catarina Silva

ISCAA, meu grande amor,
Para sempre no meu coração !!!
❤❤❤

É imperdoável ainda não ter falado na Passeata Noturna do Iscaa, que foi na quinta-feira passada, até fui assistir às aulas dos do regime diurno para não perder nem aulas, nem tempo nenhum da passeata. 

Apenas nos tinham dito que tínhamos de levar uma vela, roupa escura,o cachecol do Iscaa (quem o tivesse, claro), e que abafássemos toda a gente que nos passasse no caminho (especialmente os de economia, porque por algum motivo ancestral com origem desconhecida, o Iscaa não se dá bem com economia,e vice versa, se um dia descobrir digo, ou não, provavelmente não, se quisermos ser  realistas).
Andámos pelas ruas de Aveiro a cantar/gritar as nossas músicas da praxe até ficarmos metaforicamente a cuspir sangue, com as nossas velas acesas (e agora vem a parte filosófica, preparem-se). e com o espírito também aceso (até me vieram lágrimas aos olhos, "lindu", esta parte foi uma adição minha, ninguém disse para andarmos com o espírito aceso, obviamente ), gritei tanto que até fiquei sem voz, e no final da passeata, celebrei da melhor maneira que se pode celebrar em Aveiro.
Fui comer uma tripa.
De Kinder Bueno.
Aí que coisa boa, rendi-me às tripas, só por causa delas vale a pena estar em Aveiro ❤.
Nunca é suficiente falar do meu amor por tripas.

Voltando à passeata, senão não falo de mais nada para além das tripas, já disse o quão adoro tripas ? , houveram uns momentos bastante engraçados, por exemplo, temos uma música em que, a certa altura, independente do sitio em que estivermos, temos de apontar para o Iscaa, e eu, como jovem caloira perdida no meio de Aveiro que sou, e ainda por cima de noite, não fazia a mínima ideia de onde estava, (o que de certa forma é o objetivo da passeata, mostrar Aveiro aos caloiros que não conhecem a zona) por isso acabava, por exemplo, por apontar para a direita , enquanto os outros apontavam para a esquerda, claro que depois mudava de direção, mas era sempre um bocadinho irritante, porque gosto de acreditar que até tenho um bom sentido de orientação.
As partes que mais gostei foram, sem dúvida, quando fomos cantar à porta do antigo bar de curso dos de Economia, quando num parque passámos uma ponte a fazer uma fila.., diferente, mas quando cantámos à ria, foi sem dúvida o melhor momento da noite, pelo menos para mim, não sei explicar o que senti nessa altura, foi mesmo bom, ali toda a gente a dar tudo por tudo, eu já estava sem voz e ainda assim dava tudo (fiquei com uma dor de cabeça terrível, não estou a brincar, de gritar tanto fiquei com a cabeça a doer,  cantava mais baixinho durante um bocadinho e depois lá conseguia voltar ao ataque, mas foi complicado, houveram alturas em que nem consegui abrir os olhos durante uns segundos, mas valeu a pena), e juntando aquela união toda com a pressa de acender a vela a umas raparigas que estavam à minha beira e cuja vela se tinha apagado, foi lindo.
E depois chegou o fim, entrámos na Praça do Peixe, outra vez num "fila especial", todos partidos, mas sempre a abafar, embora já cansados, depois fomos lá para o centro da Praça, e demos todos os últimos cartuchos que a nossa voz podia dar, ouvimos os últimos discursos, cantámos ainda mais, e no fim...acabou.
Dispersámos, eu e o meu grupinho fomos comer tripas, eles levaram-me ao Madeirense, uns foram para casa e outros ficaram, e acabei por chegar a casa quase às 6 da manhã, e acabei com todos os 4 iogurtes que tinha em casa. De ananás, passei a noite a pensar naqueles iogurtes, enfim, tolices.

Passou tão depressa, e foi tão bom, adorava repetir aquela passeata, talvez finalmente apontasse para a esquerda, talvez não queimasse tanto o meu copo da vela, sei lá, mas foi tão bom, não mudava nada, foi especial, foi a minha passeata, guardei a vela e a "vestimenta" que nos deram com muito amor e carinho,  foi a nossa passeata, e foi tão, ou até mais especial do que aquilo que nos tinham dito que ia ser. Foi sem dúvida, a melhor praxe.

Mágico Iscaa, trabalha melhor em Equipa.

Kiss and hug,
Laura
Caloira 66

Nota: tentei não dar demasiados pormenores, daí, por exemplo, os termos "fila diferente" e "fila especial" para no caso de quem ler isto poder vir a ser um futuro caloiro do Iscaa, não chegar à altura e já saber tudo o que vai acontecer, enfim, manter o elemento surpresa. Obrigada pela atenção e pela compreensão :)